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Administrador de empresas e consultor em consultor em tecnologia da informação na área da saúde As vantagens dos sistemas integrados de gestão A tecnologia da informação disponibiliza para os gestores hospitalares uma ferramenta bastante eficaz: os SIGH - Sistemas Integrados de Gestão Hospitalar, cujo objetivo principal é informatizar todas as operações hospitalares, abrangendo o registro sistemático dos dados dos pacientes em todos os departamentos nos quais ele é atendido. Em nosso país o grau de informatização dos processos médico-hospitalares é bastante baixo - apenas 35% dos hospitais possuem algum tipo de sistema informatizado e apenas 5% deles possuem sistema de gestão integrado. Por isso, uma ferramenta que possibilite a coleta, o armazenamento, o compartilhamento e a disponibilização de forma on-line das informações sobre o paciente, desde seu registro até o momento de sua alta, é, sem dúvida alguma, imprescindível. Um bom SIGH deve incorporar as melhores práticas de mercado, fornecendo ao administrador hospitalar uma visão global e integrada do funcionamento do hospital, agilizando processos operacionais e administrativos, contribuindo para o aumento da qualidade dos serviços e ao mesmo tempo propiciando uma significativa redução de custos. Deve ainda disponibilizar informações gerenciais seguras, rastreáveis e que possibilitem o acompanhamento da performance operacional e financeira da instituição, servindo inclusive de instrumento de apoio nas tomadas de decisão. Alguns sistemas SIGH já permitem acesso às informações através da internet e integração com sistemas remotos do tipo palmtop. Outros permitem ainda a integração com equipamentos de laboratórios clínicos, eletromédicos e com monitores de UTI, que aumenta em muito sua funcionalidade. Um SIGH, também conhecido por HIS (Hospital Information System), deve abranger pelo menos as seguintes áreas:
Aos médicos, enfermeiros, nutricionistas e demais profissionais da saúde, o SIGH permite o gerenciamento integrado das informações clínicas por meio da utilização do prontuário eletrônico (veja artigo na edição nº 39, nesta mesma seção). Dessa forma, exames físicos, resultados e imagens médicas digitais são armazenadas e podem ser compartilhadas e recuperadas a qualquer momento, em qualquer lugar, inclusive pelos médicos que podem acessá-las de seus próprios consultórios. Os administradores hospitalares já podem pensar em implementar essa ferramenta, pois exitem hoje no brasil diversas empresas de software e consultoria aptas a implementar sitemas de gestão hospitalar. O grande desafio entretanto será quebrar a resitência dentro das próprias instituições hospitalares. |