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Presidente da Pró-Saúde - Associação Benificente de Assistência Social e Hospitalar
Ao assumir a presidência
da Pró-Saúde, em dezembro, após participar da diretoria
estatutária por dois mandatos consecutivos sob a presidência
de José Carlos Rizzoli, quero registrar a competente e dedicada
atuação do meu antecessor frente aos destinos da entidade.
Como mandatário e amigo, Rizoli marcou seu mandato pelo trabalho
incansável, pela transparência e absoluta fidelidade às
diretrizes contidas nos estatutos da Pró-Saúde. Durante
sua gestão (de 1998 a 2002), a Pró-Saúde se desenvolveu
e reuniu uma excepcional equipe de profissionais de administração
hospitalar, que conduziram a instituição ao patamar de quinta
maior entidade beneficente em todo território nacional e a terceira
do país, considerando apenas as entidades filantrópicas
que atuam no segmento da saúde. Esse desafio que me foi legado, e que aceitei com muita honra, coincide com as mudanças dos ventos políticos do país. Novos dirigentes dos quais espera-se que dêem as coordenadas para solucionar os problemas que envolvem a assistência à saúde pública e particular no Brasil. Nos 55 hospitais que administra e nos quais oferece mais de 70% de atendimento pelo SUS, a Pró-Saúde está, portanto, diretamente envolvida com as políticas de saúde do setor público. O forte apelo social que o novo governo trouxe ao povo brasileiro pode ser um sinal que a humanização e o atendimento digno e universal na saúde será regra e não exceção. A Pró-Saúde está comprometida, seja qual for o governo e seus conceitos, com a administração profissional e desenvolvimento dos métodos de gestão da saúde. Esse é o êmbolo que nos impulsiona à frente. |