Julho/Agosto/Setembro
de 2006
NÚMERO 51
ANO 5

PRINCIPAL

SALA DE ESPERA
SAÚDE GERAL
EDITORIAL 
ENTREVISTA
CAPA
REPORTAGENS
-PESQUISA
-BRASIL
-INVESTIMENTO
-ATENDIMENTO
-ASSISTÊNCIA
PRÓ-NOTÍCIAS
CRÔNICAS MÉDICAS
EM ÚLTIMA ANÁLISE
EXPEDIENTE
EDIÇÕES ANTERIORES
FALE CONOSCO
ARTIGOS
-DO LEITOR
-RECURSOS HUMANOS
-HUMANIZAÇÃO
-INTERFACE
-MARKETING
-SAÚDE PÚBLICA
-ADMINISTRAÇÃO
-JURÍDICO

Clique para ampliar

 















































PESQUISA

Anvisa avaliada

Pesquisa da Amcham mostra como os agentes
regulados vêem a agência

A Câmara Americana de Comércio (Amcham), órgão multi-setorial independente, divulgou, em agosto, uma pesquisa de avaliação sobre a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O relatório completo foi divulgado à Imprensa no dia 23 na sede da entidade na cidade de São Paulo. A pesquisa converteu-se num documento de 88 páginas e que foi elaborado a partir de 150 entrevistas realizada com os diversos agentes que operam sob amparo da agência, envolvendo medicamentos (33% dos entrevistados); produtos para a área da saúde (25%); alimentos (13%); portos, aeroportos e fronteiras (12%); cosméticos (10%) e saneantes (6%).
As opiniões sobre o trabalho da Anvisa se dividiu: 50% dos entrevistados consideram que a agência nunca ou raramente atende as fonações de maneira satisfatória. Foi pedido que os entrevistados dessem notas de 1 a 5 para a Anvisa: 55% dos pesquisados atribuíram 1 ou 2; 37% atribuíram 3; e 7% que merecia 4 ou 5. Segundo Gustavo Moraes, coordenador do estudo, 60,8% dos entrevistados avaliam que a agência raramente interpreta e executa as normas de maneira uniforme, harmônica e adequada. Outros 45,7% acham o trabalho ruim ou péssimo nas esferas estadual e municipal e 43,9% apontam que os critérios variam de técnico para técnico. "Isso dá margem a duplas interpretações. É ruim para as empresas e para a sociedade. Ninguém é contra o conceito da Anvisa, mas sim como ele está sendo interpretado", diz Moraes.
A Anvisa foi criada em 1999 e segundo o jornal O Estado de S. Paulo considera o estudo válido por representar a visão do mercado regulado e diz que "críticas mais ácidas" vindas desse setor são esperadas, por ser o alvo da fiscalização do órgão.
.

 


topo