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>>FIOCRUZ
>>CONSELHO
>>LIXO
>>BAYER
>>CRUZ
VERMELHA
>>CRESCIMENTO
FIOCRUZ
Dois
anos após início do processo de acreditação
internacional, a Fiocruz está otimista que até o final de
2006 suas três unidades estarão acreditadas.
A entidade aguarda a visita dos avaliadores do Consórcio Brasileiro
de Acreditação (CBA).
Para a Fiocruz os setores gerenciais e administrativos foram os que sofreram
os maiores impactos no processo de mudança.
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CONSELHO
O
deputado federal do Rio de Janeiro, Carlos Nader, está sugerindo
ao Ministro da Saúde a cria-ção do Hospital Público
Federal do Sul Fluminense.
Na sugestão não definiu a cidade em que será instalado
o hospital.
Segundo o parlamentar, o hospital “se faz urgente em razão
da população ter que se deslocar grandes distâncias
para tratamento de doenças graves”.
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LIXO
O
Hospital Brasília usou as regras da Anvisa quanto ao gerenciamento
de resíduos para mudar a cultura interna no que diz respeito ao
tratamento do lixo.
Há dois meses, o hospital começou uma campanha interna na
área administrativa quanto à reciclagem de papéis,
plásticos, vidros e metais.
Com os recursos,
mais de uma tonelada reciclada nos primeiros 60 dias, o hospital está
implantando alguns benefícios, como salas de ginástica e
massagem para a equipe.
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BAYER
A filial brasileira do laboratório alemão Bayer resolveu
remontar o seu Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC), depois
de três anos de terceirização.
A Bayer não esclareceu os motivos da alteração.
Mas diz que entre outras mudanças um medicamento com problema agora
é substituído em 24 horas no Estado de São Paulo
e em até 72 horas no restante do país.
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CRUZ
VERMELHA
Uma parceria entre o Centro Universitário Positivo e o
Hospital da Cruz Vermelha, em Curitiba (PR), rendeu ao hospital uma nova
ala de 8.800 m² (foto).
O espaço foi cedido em comodato pela universidade, em troca de
transformar a unidade num hospital de ensino, triplicando a estrutura
física interna e duplicando o atendimento de 80 para 160 leitos.
Segundo os responsáveis pela filial paranaense da Cruz Vermelha,
o hospital sempre teve uma boa equipe de atendimento, mas era deficiente
na área física. .
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CRESCIMENTO
Com
o objetivo de crescer 14% este ano o complexo hospitalar Nossa Senhora
de Lourdes, em São Paulo, está investindo cerca de R$ 9
milhões.
O valor está sendo aplicado em infra-estrutura, hotelaria e instalações,
aquisição de equipamentos de ponta e sistemas de hardware
e software.
Em 2005, o grupo, que reúne 13 empresas na área da saúde,
faturou R$ 175 milhões.
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