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Presidente
da Pró-Saúde
Olho
neles
A
área da saúde deve se unir na escolha de seus
representantes, buscando os que mais se identificam com
suas aspirações e necessidades
Eleição,
festa máxima da democracia, momento único para exercermos
nossos direitos de cidadãos e, mais do que isso, o dever da escolha
certa em nossos dirigentes e representantes. A matéria de capa
dessa edição de Notícias Hospitalares destaca o 16º
Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos,
acontecido em agosto, em Brasília, onde o destaque foi o momento
político brasileiro, oportunidade do setor manifestar suas prementes
necessidades e se fazer ouvir pelos candidatos a Presidência da
República.
Os dois presidenciáveis com condições de chegar ou
se manter no Palácio estiverem presentes, pessoalmente ou representados,
re-conhecendo a força do Terceiro Setor. Inclusive, em artigos
que escrevi em edições anteriores, comentei sobre a importância
do Terceiro Setor e que unido pode decidir uma eleição.
Comentei até que um partido político do Terceiro Setor (P3S)
poderia estar surgindo com a união de milhares de entidades sociais
espalhadas pelo país, voz ativa dos necessitados e excluídos,
fazendo o papel que o Partido dos Trabalhadores (PT) fez com tanto sucesso
em relação aos sindicatos e trabalhadores brasileiros.
Enquanto não conseguimos nos mobilizar na criação
do nosso partido, necessitamos apontar a escolha de candidatos realmente
comprometidos com a saúde brasileira e especialmente com o setor
filantrópico que representa a grande força no atendimento
dos cidadãos carentes e necessitados de atendimento médico-hospitalar.
As soluções serão possíveis se deixadas as
discussões de cunho partidário, comuns em tempo de eleição,
e partirmos para ações objetivas. A Carta de Brasília,
divulgada pela Confederação das Santas Casas de Misericórdia,
Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB), aliada aos bons exemplos
bem sucedidos nas parcerias com as Organizações Sociais
(OSs), podem e devem levar aos resultados esperados no equilíbrio
do setor da saúde. O modelo descentralizado adotado em vários
estados da federação, como no Pará, São Paulo,
Minas Gerais e Bahia, vem produzindo a esperada melhoria na otimização
dos recursos com visíveis melhora de atendimento nos hospitais
públicos.
O momento é este. Devemos nos unir na escolha de nossos representantes,
buscando os que mais se identificam com nossas aspirações
e necessidades. E olho neles!
Contato:
presidente@prosaude.org.br.
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