Fevereiro/Março/Abril
de 2007
NÚMERO 52
ANO 5

PRINCIPAL

SALA DE ESPERA
SAÚDE GERAL
EDITORIAL 
ENTREVISTA
CAPA
REPORTAGENS
-QUALIDADE
-PARCERIA
-AMBIENTE HOSPITALAR
-LEGISLAÇÃO
-TÊNDENCIAS
PRÓ-NOTÍCIAS
CRÔNICAS MÉDICAS
EM ÚLTIMA ANÁLISE
EXPEDIENTE
EDIÇÕES ANTERIORES
FALE CONOSCO
ARTIGOS
-INFRA-ESTRUTURA
-HUMANIZAÇÃO
-INTERFACE
-MARKETING
-SAÚDE PÚBLICA
-ADMINISTRAÇÃO
-JURÍDICO

Clique para ampliar

 














































 

NOTÍCIAS

Pró-Saúde comemora 40 anos


Um logotipo comemorativo foi criado para a data

Em 2007, a Pró-Saúde está come-morando 40 anos de atividades filantrópicas e de gestão de saúde. Surgida como Associação Monleva-de de Serviços Sociais, em 1996, a entidade foi renomeada para Pró-Saúde – Associação Beneficente de Assistência Social e Hospitalar, dando início à expansão dos serviços da instituição para outras regiões do país. Um dos principais marcos dessa trajetória foi 21 de junho de 1967, quando se iniciou a gestão do Hospital Margarida, na cidade de João Monlevade (MG), pertencente à Companhia Siderúr-gica Belgo-Mineira para atendimento aos seus funcionários.
Em sua trajetória, a Pró-Saúde transformou-se numa das maiores instituições filantrópicas do país, especializada na gestão de saúde e em uma das maiores em investimentos sociais. Atualmente, admi-nistra, assessora ou presta serviços a quase trinta hospitais brasi-leiros, mantendo projetos sociais nas comunidades onde atua em parceria com órgãos públicos ou entidades não-governamentais. A Pró-Saúde é responsável por cerca de 1.500 leitos e 4,5 mil funcionários diretos e indiretos. Mantém, ainda, o maior quadro de administradores hospitalares gra-duados do Brasil. Estão, ou já estiveram, sob a gestão da Pró-Saúde hospitais ligados a importantes organizações empresariais, como Companhia Vale do Rio Doce, Siderúrgica Belgo-Mineira, Companhia Suzano de Papel e Celulose SA, Albrás, Mineradora Rio do Norte. Também fazem par-te dessa lista hospitais universitários, hospitais públicos (como dos governos do Pará, Bahia, Maranhão, Tocantins, Roraima e prefeituras como as de Cubatão e Salvador) e importantes institui-ções de saúde privadas. Na rede de hospitais administrada pela Pró-Saúde, cerca de 70% dos aten-dimentos são destinados a pa-cientes do Sistema Único de Saúde (SUS).

Atividade em 2007
Para marcar a data de 40 anos, a Pró-Saúde está programando uma série de atividades que se-rão realizadas durante o ano, envolvendo funcionários, clien-tes, autoridades de saúde, en-tre outros públicos. Uma dessas ações foi a criação de um logo-tipo comemorativo, que será usado durante todo o ano. Também estão previstas a reali-zação de palestras sobre gestão de saúde em diversas cidades brasileiras.


Pró-Saúde ganha
Top Hospitalar e Hospital Best

A Pró-Saúde ganhou dois importantes prêmios na área da saúde, entregues no final do ano. Foi a entidade vencedora do Top Hospi-talar 2006, outorgado pela revista Fornecedores Hospitalares, como melhor Consultoria na área da saúde. O ganhador é escolhido por votação direta dos leitores da revista, a partir de uma lista tríplice elaborada por especialistas do segmento da saúde. A Pró-Saúde foi escolhida como a pre-ferida por cerca de 55% dos votan-tes, a maior porcentagem entre todas as categorias concorrentes.
Além disso, a Pró-Saúde foi contemplada com o troféu Hospital Best, da Associação Brasileira de Marketing em Saúde, como a me-lhor em duas categorias: Consulto-ria na área da saúde e Adminis-tração Hospitalar. O prêmio é uma iniciativa anual da Associação Brasileira de Marketing em Saúde (ABMS).

Novos hospitais no Pará, São Paulo e Rio


A Pró-Saúde foi a organização so-cial escolhida pelo governo do Pará para administrar o Hospital Regio-nal da Transamazônica (foto), loca-lizado em Altamira (PA), unidade que faz parte da rede de hospitais regionais do governo paraense. Com 75 leitos, o hospital começou a funcionar em dezembro e atende a população de cerca de 10 municípios com serviços nas áreas de média e alta complexidade. É o se-gundo hospital da rede pública do Pará administrado pela Pró-Saúde. O outro é o Hospital Regional do Sudeste, em Marabá. No estado de São Paulo, a Pró-Saúde começou a administrar, também em dezembro, a Santa Casa de Atibaia, a cer-ca de 70 km da capital. Fundada em 1948, o hospital possui cerca de 50 leitos. No Rio de Janeiro, na cidade de Quissamã, a Pró-Saúde começou em janeiro a administrar o Hospital Municipal Mariana Maria de Jesus, com 55 leitos.

Farmacia Popular:
firmado convênio com a Fiocruz

A Pró-Saúde e a Fiocruz assina-ram, em dezembro, convênio para implantação do projeto da Farmá-cia Popular do governo federal. A Pró-Saúde será responsável, du-rante o primeiro semestre de 2007, por assessorar prefeituras e estados a implantar e operacionalizar cerca de 244 unidades de Farmácias Populares em 211 municípios, espalhados por 24 estados brasileiros. Nesse período, com o aval do Ministério da Saúde, técnicos da Pró-Saúde estarão visi-tando os gestores públicos para avaliar os problemas na implantação das farmácias e assessorar na agilização desse processo.

Camara é eleito para diretoria do CRA-SP

O administrador hospitalar e superintendente da Pró-Saúde, Paulo Camara, foi eleito como membro da diretoria do Conselho Regional de Administração de São Paulo (CRA-SP), na chapa encabe-çada pelo administrador Carlos Eduardo Uchôa Fagundes e que obteve 83% dos votos. O mandato da nova diretoria (foto acima) é válido por dois anos. Na mesma votação, Camara foi ainda reeleito como conselheiro da entidade. O ex-presidente do CRA-SP, Roberto Carvalho Cardoso, se candidatou e foi eleito como presidente do Conelho Federal de Administração (veja entrevista ).

.

Centenária, Santa Casa rejuvenesce com nova gestão


A fachada da Santa Casa Dona Carolina Malheiros: 107 anos de fundação

A Santa Casa Dona Carolina Malheiros, de São João da Boa Vista (SP), administrada pela Pró-Saúde desde 2005, completou 107 anos no dia 7 de fevereiro com fôlego renovado e pronta para o segundo centenário. Desde que a Pró-Saúde assumiu a gestão, o hospital vem superando as dificuldades comuns à maioria dos hospitais filantrópicos, como a dívida que, há dois anos, era de aproximadamente R$ 2,2 milhões, e foi reduzida em torno de 70%, em 2006.
Com isso, aumentaram a confian-ça e as parcerias com a comunidade e empresários. A Santa Casa se transformou num verdadeiro “canteiro de obras”. A campanha “Adote um Leito”, lançada no ano passado, arrecadou R$ 364 mil que permitiram a reforma de 52 dos 150 leitos. Em outra ação, o Grupo Dedini Agro, que atua na produção de açúcar e álcool, doou recursos para a cons-trução de uma nova ala de apartamentos. Com recursos do plano de saúde da própria Santa Casa foi reformada a recepção principal. Uma área para fisioterapia de alto padrão está sendo criada por meio de parceria com a Unifeob, uma faculdade local. Com o Instituto Radium de Campinas está sendo construído um centro de excelência em oncologia. Já em parceria com a Cientificalab está se reformando uma área para instalação de um completo sistema em análises clínicas e anatomia patológica. “Com essas parcerias, a Santa Casa está provando que a união e dedicação de dirigentes, comunidade e recursos públicos e privados, pode ajudá-la a cumprir a sua missão de dar assistência hospitalar a todos”, analisa o provedor Roberto Campos. Os planos para 2007 também são ambiciosos. Estão previstas 21 ações para este ano, entre elas a informatização total da Santa Casa, reforma do centro cirúrgico, reforma da Central de Material Esterilizado e a entrega de novos apartamentos para clientes do plano de saúde. Mesmo centenária, a Santa Casa está cada vez mais jovem.

O que já foi feito na gestão da Pró-Saúde

Reestruturação do Serviço de Radiologia.
• Parceria com serviço de Fisioterapia.
• Reestruturação gerencial
• Reestruturação do setor de Compras e implantação do sistema de código de barras.
• Redução de custos com juros bancários por meio de parceria com banco.
• Renegociação de contratos de aluguel.
• Renegociação de comodato de equipamentos de Lavanderia.
• Pagamento de impostos vencidos.
• Redução do comprometimento da folha de pagamento de
72% para 50%.
• Treinamento de funcionários.
• Redução do passivo de R$ 2,2 milhões para R$ 919 mil.
• Reforma de apartamentos executivos por meio de parceria
com o Grupo Dedini.
• Parceria para a construção do Centro de Oncologia.
• Reforma da recepção principal.

 

 

topo