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Bom para Trabalhar Hospital
localizado no Distrito Federal entra
Hospital
Brasília, no Distrito Federal, conquistou em setembro o selo
concedido pelas revistas Exame e Você S/A, referente à
entrada no grupo das "150 Melhores Empresas para Você Trabalhar
no Brasil". A seleção, feita anualmente, inclui visita
de auditores e entrevistas com funcionários. "Es-tamos muito
orgulhosos", afirmou Erickson Blun, superintendente do hospital.
"O processo de seleção foi baseado nos depoimentos dos colaboradores. Isso significa que trilhamos o caminho certo. Afinal, o mais importante é manter o colaborador satisfeito e motivado, pois ele tem a grande responsabilidade de cuidar de nossos clientes". O orgulho justifica-se. Ao todo, 488 companhias do Brasil foram avaliadas. Cerca de 190 mil trabalhadores foram convidados a responder a um questionário, para medir o grau de satisfação dos funcionários com o local de trabalho, com os gestores e com os benefícios oferecidos.
Dessas, 203 obtiveram as maiores notas e somente 150 ganharam o destaque e a visibilidade do certificado. Até agosto de 2007, o Hospital Brasília investiu R$ 3 milhões no Programa Sol, voltado à comunicação interna, ao desenvolvimento e ao bem-estar dos funcionários. Por meio do programa, foram oficializados e incrementados benefícios que já existiam na empresa, como Auxílio-Creche, Auxílio-Casamento e Bolsa de Estudos. "Além disso, os funcionários passaram a contar com carga mais intensa de treinamentos. Só a Educação Continuada representou um investimento de R$ 206 mil. A expectativa é que cada colaborador receba, em média, 30 horas de treinamento por ano", detalha a coordenadora de Talentos Humanos do hospital, Mônica Almeida. "Investir em novos talentos é fundamental para a sobrevivência da empresa, a curto e a longo prazo", explica Erickson. A formação de gestores parece ser um dos pontos mais importantes para o hospital. Um exemplo, é a própria coordenadora de talentos. "Entrei na empresa como psicóloga do Setor de Recrutamento e Seleção, em 2004. Logo depois, houve a necessidade de reformular a área", conta Mônica Almeida. "Passei
então para à supervisão. Isso foi fundamental para
mim e mostrou reconhecimento pelo meu trabalho", afirma. Assim
aconteceu também com o ginecologista Fábio Santana. O
médico ascendeu de plantonista a supervisor do Pronto-Socorro.
"O Brasília alia juventude e competência. Como empresa,
mostra que a tão exigida experiência profissional não
é primordial. A formação continuada, sim, é
básica para manter a qualidade e a produtividade", diz Santana.
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