NOV/DEZ/JAN
de 2008
NÚMERO 55
ANO 5

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RECURSOS HUMANOS
 

Bom para Trabalhar

Hospital localizado no Distrito Federal entra
na lista dos 150 melhores lugares do país para se ter um emprego.

Hospital Brasília, no Distrito Federal, conquistou em setembro o selo concedido pelas revistas Exame e Você S/A, referente à entrada no grupo das "150 Melhores Empresas para Você Trabalhar no Brasil". A seleção, feita anualmente, inclui visita de auditores e entrevistas com funcionários. "Es-tamos muito orgulhosos", afirmou Erickson Blun, superintendente do hospital.

"O processo de seleção foi baseado nos depoimentos dos colaboradores. Isso significa que trilhamos o caminho certo. Afinal, o mais importante é manter o colaborador satisfeito e motivado, pois ele tem a grande responsabilidade de cuidar de nossos clientes". O orgulho justifica-se. Ao todo, 488 companhias do Brasil foram avaliadas. Cerca de 190 mil trabalhadores foram convidados a responder a um questionário, para medir o grau de satisfação dos funcionários com o local de trabalho, com os gestores e com os benefícios oferecidos.


Hospital Brasília: investimento de R$ 3 milhões em programas
e treinamentos para funcionários

 

Dessas, 203 obtiveram as maiores notas e somente 150 ganharam o destaque e a visibilidade do certificado. Até agosto de 2007, o Hospital Brasília investiu R$ 3 milhões no Programa Sol, voltado à comunicação interna, ao desenvolvimento e ao bem-estar dos funcionários. Por meio do programa, foram oficializados e incrementados benefícios que já existiam na empresa, como Auxílio-Creche, Auxílio-Casamento e Bolsa de Estudos. "Além disso, os funcionários passaram a contar com carga mais intensa de treinamentos. Só a Educação Continuada representou um investimento de R$ 206 mil. A expectativa é que cada colaborador receba, em média, 30 horas de treinamento por ano", detalha a coordenadora de Talentos Humanos do hospital, Mônica Almeida. "Investir em novos talentos é fundamental para a sobrevivência da empresa, a curto e a longo prazo", explica Erickson. A formação de gestores parece ser um dos pontos mais importantes para o hospital. Um exemplo, é a própria coordenadora de talentos. "Entrei na empresa como psicóloga do Setor de Recrutamento e Seleção, em 2004. Logo depois, houve a necessidade de reformular a área", conta Mônica Almeida.

"Passei então para à supervisão. Isso foi fundamental para mim e mostrou reconhecimento pelo meu trabalho", afirma. Assim aconteceu também com o ginecologista Fábio Santana. O médico ascendeu de plantonista a supervisor do Pronto-Socorro. "O Brasília alia juventude e competência. Como empresa, mostra que a tão exigida experiência profissional não é primordial. A formação continuada, sim, é básica para manter a qualidade e a produtividade", diz Santana.


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