NOV/DEZ/JAN
de 2008
NÚMERO 55
ANO 5

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EM ÚLTIMA ANÁLISE
 
Paulo Mergulhão
Presidente da Pró-Saúde

 

Feliz saúde nova,
adeus saúde velha

Brasileiros esperam que o governo encontre meios
de financiar adequadamente o atendimento

Encerrado 2007, temos como resultado a certeza de que nossa instituição tem o compromisso com o que indica o seu nome "Trabalhar pela saúde". Efetivamente, a Pró-Saúde, por meio de seus diretores e executivos, esteve presente, apoiando todos, ou quase todos, os movimentos e discussões sobre o desenvolvimento e equilíbrio do setor da saúde no Brasil. Reuniões e congressos, no Brasil, America Latina e mesmo na Europa, foram acompanhados com participações em palestras e apresentações, enriquecendo as discussões. A Federação Brasileira de Administradores Hospitalares (FBAH), por meio de seu presidente Paulo Segatelli Camara, com o apoio de instituições como a Pró-Saúde, São Camilo, CRA (Conselho Regional de Administração), entre outras, vem promovendo a interação da América Latina na Saúde. Isso ocorre com ações concretas como a realização de congressos e simpósios, como o organizado pelo Colégio Uruguayo de Servicios de Salud (CUDAS) - que, em parceria com a FBAH, criou a Federação Latino-Americana de Administradores de Saúde - e, foi responsável em novembro passado pelo congresso que reuniu administradores de todo o continente americano, além de realizar o 1º Congresso Peruano de Administração Hospitalar.



A Federação Peruana de Administradores Hospitalares (FEPAS) e outras instituições surgiram e estão sendo formadas para discutirem suas experiências e dificuldades, em uma troca produtiva de informações entre países membros ou convidados. Temas relevantes esbarram sempre na escassa e deficiente distribuição de recursos econômicos atribuídos à Saúde. Culturas diferentesm problemas semelhantes. No Brasil, o PAC da Saúde que vem sendo proposto, acaba sendo prejudicado pela recente desaprovação da continuidade da CPMF.

Cidadãos brasileiros que aprovam o fim do chamado "imposto do cheque" ao mesmo tempo se vêm prejudicados, torcendo para que o governo se sensibilize, encontrando meios alternativos e justos de financiar adequadamente o atendimento a saúde dos brasileiros.

Como dizem os espanhóis, salud e peseta.


Contato : presidente@prosaude.org.br

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